quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Fecha o meu livro.

O que pensa um escritor?
O que um escritor pensa?
Quando ele anda pela rua, será que ele analisa cada passo
De toda e qualquer pessoa que passe ao lado dele?
Será que ele vive de pensar em criações,
em personagens?
em personalidades?
Da onde nasce um escritor?
Por que a mente e a lábia são assim tão rápidas?
Por que as pessoas não se atormentam,
não se afligem,
não arrancam seu coração,
Por pensamentos que nem sequer saem de suas próprias cabeças?
Porque escritores vêem rosa e vocês vêem cinza;
Ou azul;
Ou verde;
Ou preto;
Ou colorido;
Mas não enxergam como eles.
JRS

"Fecha o meu livro se por agora não tens motivo nenhum de pranto (...)
Eu faço versos como quem morre." - Manuel Bandeira.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Sobre todos os doramas que eu... não quero lembrar!


Antes de começar a escrever qualquer coisa sobre esses doramas aí em cima, que fique claro: Tudo o que estará escrito aqui é sobre a MINHA opinião. Você pode ter amado um ou mais desses doramas, e está tudo bem. Não nascemos para gostarmos das mesmas coisas, até porque seria tudo muito entediante se fosse assim.

Alerta de Spoiler. Se você não viu esses doramas, não leia esse post.
Ou leia.
A vida é para ser vivida perigosamente.

***

Eu costumo escrever sobre os doramas que gosto. Master's Sun, Queen In Hyun's Man e Reply 1997 são alguns desses. Mas de vez em quando, me deparo com dramas que não enchem meu coração.
O engraçado é que esses três doramas que eu falarei hoje são extremamente famosos, no meio dos viciados em doramas são muito bem falados e recomendados. Então, talvez, apenas eu não tenha gostado, e isso pode ser verdade. Mas vamos expôr o porquê da viciada em dorama não ter curtido esses famosinhos:

The Heirs:
    Um dos meus primeiros doramas. Confesso que nos primeiros episódios ele era bom. Confesso que o casal Shin Hye e Min Ho era até fofinho no começo, quando tudo se passava nos Estados Unidos e os roteiristas ainda não tinham conseguido cagar toda a história. Conforme a história foi passando, com a volta dos dois á Coréia, com o aparecimento de novos personagens, o dorama foi se perdendo demais. Primeiro porque eu não consegui engolir o romance que ia crescendo entre a Cha Eun Sang (Park Shin Hye) e o Kim Tan (Lee Min Ho). Costumava pensar que isso se dava pelo Young Do (Kim Woo Bin), que roubou, de fato, toda a cena do personagem principal. Eu gostava muito mais do romance dele com a mocinha do que com o próprio male lead.
    Mas isso não é uma surpresa, muitos doramas sofrem com um second lead muito melhor do que o male lead. Mas mesmo com esse problema, você ainda consegue sentir algum afeto pelo personagem principal com a mocinha, porque acima de tudo, o romance deles SURGE DE ALGUMA FORMA. Com The Heirs foi diferente, não consegui sentir da onde surgiu o interesse do Kim Tan pela Eun Sang e muito menos de onde surgiu o interesse da Eun Sang pelo Kim Tan. Sim, a Eun Sang era chata. Chegava a ser insuportável as vezes. Mas eu sentia que o Kim Tan obrigava ela a gostar dele. Todas as aproximações físicas que eles tiveram, foram veementemente negadas por parte dela, como se ela não quisesse nada daquilo, e fui obrigada a engolir um romance que nascia de um sentimento forçado. Sim, sei bem que a Shin Hye nao é a melhor atriz em momentos de romance. Mas em The Heirs era diferente, era como se a personagem dela fosse a bonequinha de todo mundo.
       Todo mundo fazia o que queria com ela. E ela consentia, aceitava e deixava pra lá. Assim, o cara que era pra ser o vilão, acabou virando o personagem mais legal e compreensivo. Já que ele era o único que de uma forma ou de outra, respeitava o que a Eun Sang queria. 
    Enfim, foi uma sequência infinita de erros. Os roteiristas erraram em escrever personagens tão esquisitos. Principalmente deixando um traço tão grande de Machismo e Misoginia no Kim Tan. O que provavelmente nem era a intenção deles. E fazendo a Eun Sang tão submissa que chegava a doer. E o resto da história era tão maçante que eu, sinceramente, pulei muitas das partes do irmão do Kim Tan, arrastei o dorama até o final e dei graças a Deus quando acabou.
    Já quase apanhei por dar este depoimento sobre The Heirs. Então queria deixar claro que apesar de malhar o dorama para quem me pergunta sobre ele, tenho uma paixonite aguda. Bom, Kim Woo Bin é Kim Woo Bin. E pelo amor de Deus, não venham me dizer que o Young Do era um babaca, "mimimi jogou ela na piscina", ENTENDAM O MOTIVO pelo qual ele fez isso.
Obrigada, de nada.

Goong:
A minha maior decepção até hoje no mundo dos doramas. Terminei de ver Goong há um mês e tinha grandes expectativas nele. Primeiro porque os atores que interpretam os personagens principais são atores que eu gosto muito. Segundo porque esse dorama é extremamente recomendado por todo mundo que já o assistiu. Terceiro porque ele é um dos doramas mais famosos, está na lista junto com Hanadan, Coffe Prince e Secret Garden.
Goong tinha tudo para ser um dorama bom. Apesar da história ser bastante clichê, casamento forçado, triângulo amoroso... Quem assiste esses clichês sabe que é fácil de acertar. Mas Goong não acertou em nada para mim. O problema foi com certeza na transição da paixão do mocinho, da antagonista para a protagonista. O problema foi que essa transição não existiu. O problema foi que fiquei confusa o tempo todo sobre o que o mocinho queria. Não entendi. Ele sentia ciúmes mas ele não queria nada com ela. Ele ficava com raiva quando via ela com outro, mas não largava o osso da mala sem alça que ele gostava. Ele não abria a boca para falar nada que prestasse, mas quando falava era só decepção. Confesso que como isso vinha acontecendo desde o começo do dorama e mesmo depois de já termos a "certeza" que ele realmente gostava dela, do meio pro final nenhuma reviravolta mais me interessava. O fato era que eu tinha brochado legal no romance dos dois e nada que pudesse acontecer iria mudar isso.
Assim fica difícil.

Secret:
Ô dorama réi triste. Vá sofrer assim lá longe! Mas a sofrência não foi de longe o motivo desse dorama ter falhado para mim. De fato, Secret tem muitos pontos positivos, a história é boa, os atores são maravilhosos, a sofrência é sofrência de verdade! A personagem principal conseguiu se manter até quase o final sendo hiper master blaster foda no meu ponto de vista. Ela sofreu a novela inteira mas não desistiu. Era ética, centrada e fazia tudo para ver quem ela amava bem. As pessoas que viram esse dorama costumam ter raiva do fato dela ter acobertado o namorado no acidente, dela ter ido para a cadeia, tido um filho lá dentro e mesmo assim não sentir raiva e manter sua promessa até o final. Eu já sabia que ela faria isso desde o começo. Foi burrice? Foi! Mas foi uma atitude nobre, não peguei raiva do drama por causa disso.
O meu problema começou com o personagem principal. Primeiro que ele precisava de um psiquiatra. Ele podia até amar a menina que faleceu e não pôde suportar a perda, mas convenhamos de que o amor dele era um amor muito esquisitinho. Não sabe brincar, não desce pro play. Ele era carente toda vida e quando descobriu que podia encher o saco de outra pessoa, nossa, foi insuportável. Daí começou a doença dos mocinhos meio-malvadinhos-meio-bonzinhos de doramas. O cara não sabia se queria matar ou se queria dar vários beijinhos na colega principal. Não sabia se humilhava ou se ajudava a mocinha. No começo, tudo bem. No começo a gente até acha bonitinho ele lutando contra seus sentimentos, mas chega uma hora que ninguém mais aguenta.
A cereja do bolo desse dorama, na minha humilde opinião, foi a descoberta que o filho dela ainda estava vivo.
Primeiro porque era de se esperar, não sei como ela não desconfiava daquela velha maldita. E depois de descobrir isso, ela simplesmente desistir de conseguir o filho de volta e aceitar viver do ladinho do homem que ela gostava sem ele. FOI A GOTA D'ÁGUA. Também já li argumentos que diziam que o menino já estava crescido e não lembrava da mãe, tampouco sabia que era adotado. Amava a mãe adotiva e seria maldade tirá-lo de perto dela. Isso para mim não significa nada, o garoto é filho dela, nasceu dela, ela amou aquela criança mais do que tudo. Sofreu muito por ela pra no final desistir.
Realmente, não me desceu.


JRS

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Resenha: Reply 1997.


Reply 1997

Ficha Técnica
Nome em Hangul: 응답하라
Nome Alternativo: Answer Me 1997
Ano de Exibição: 2012
Gênero: Romance/Comédia
Número de Episódios: 16
Personagens Principais: 
Jeong-Eun Ji como Sung Shi-Won
Seo in Guk como Yoon Yoon Jae
Hoya como Kang Joon Hee
Shin So-yul como Mo Yoo-Jung
Eun Ji-Won como Do Hak-chan
Lee Si-eon como Bang Sung-jae
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Sobre os Personagens:
Jeong-Eun Ji mais conhecida com Eunji, integrante da girl-band A-pink, é cativante no papel de ShiWon. Shiwon é uma adolescente que respira, se alimenta, vive por causa de sua Boyband preferida H.O.T. Acho que posso dizer que ela é quase uma sasaeng (nome dado as fãs que ultrapassam o limite do stalker lá na Coréia do Sul). É engraçada, dramática ao extremo e cheia de vida. Não quer saber de estudar, é a última da sala nas notas e quando seu pai a põe na parede perguntando o que ela fará da vida quando sair da escola, ela responde que vai ser esposa do "Tony Oppa" (Tony é o nome de um dos integrantes de sua boyband preferida e Oppa é como as meninas chamam os homens mais velhos.) Você muitas das vezes vai se pegar rindo das situações constrangedoras que ela passa, dos dramas exagerados que faz com os pais por causa dessa boy band e vai amá-la por ela ser uma garota cheia de vida, implicante e acima de tudo, uma ótima amiga. 

Gifs made by: http://tapachka.tumblr.com/

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Seo In Guk interpreta Yoon Yoon Jae nesse drama e como sempre, interpreta muito bem. In-Guk é um ótimo ator, não tem como negar. Ele junto da Eunji forma um dos melhores casais de doramas na minha opinião, os dois combinam muito, shippo até na vida real! rs. Yoon Yoon Jae é vizinho de Shiwon desde criança, os dois são melhores amigos e vivem juntos. Yoon Yoon é o melhor aluno da sala e tratado como filho pelos pais de Shiwon. Ele é como se fosse da família dela. É, também, apaixonado pela Shiwon mas não tem coragem de contar à ela.



Sobre a História:

    Não dá pra falar só dos dois protagonistas porque Reply 1997 gira em torno da história da Turma da bagunça. Hahaha. Na verdade, eles são seis estudantes da cidade de Busan. Todos jovens de 18 anos que enfrentam os problemas da escola e da vida com muito humor. Reply 1997 gira em torno do passado, que acontece em 1997 e no presente, em 2012, quando todos se encontram num jantar de reencontro da turma e é anunciado que um casal que estava presente iria se casar. 
    O "tchan" desse dorama é que ele mantêm a curiosidade de quem está assistindo até o fim. Porque não existiu apenas um casal do passado que poderiam estar se casando agora. Não existiu só um amor platônico, só uma escolha... Muitas outras possibilidades vão passar pela sua cabeça. E é alucinante pensar que talvez tudo tenha dado errado ou tudo tenha dado certo...
O dorama fica nesse troca entre presente-passado, passado-presente, cada vez nos mostrando mais um detalhe que pode mostrar quem está junto e quem não está no futuro. 

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 A TURMA DA BAGUNÇA:

   Falando sobre isso, outras duas pessoas que fazem parte da Turma da Bagunça, foram Mo Yoo-jung e Do Hak-chan. Na minha humilde opinião, o melhor casal do dorama. Em 1997, os dois como amigos, eram engraçados e bonitinhos juntos. Protagonizaram uma das cenas mais fofas do dorama e em 2012 também. Me fizeram deixar de considerar o casal principal e eles viraram o melhor casal do mundo pra mim. Nunca na face da Terra gostei tanto de um casal que nem era o principal quanto esse. Os dois atores conseguiram passar tudo pela tela do meu computador. O sentimento de amizade se transformando em amor, as dificuldades de relacionamento quando jovens, a separação, o reencontro... foi tudo de bom, eles são os melhores. As melhores cenas dos dois são as cenas do ônibus tanto em 1997 quanto em 2012. hahaha
 Ela era melhor amiga da Shiwon e outra completa sasaeng louca, a princípio apaixonada pelo Yoon Jae, o único que sabia dessa paixonite dela era o Do Hak Chan, que ao ver que ela não era correspondida, bom, se eu contar mais perde a graça.
 Ele era um estudante vindo de Seoul, típico adolescente com os hormônios a flor da pele, mas que fica completamente incapaz quando qualquer garota chega perto.
Kang Joon-Hee, interpretado pelo Hoya, faz parte do sexteto e é um dos motivos pelos quais eu amo tanto esse dorama. Ele é gay e completamente apaixonado pelo melhor amigo Yoon Yoon Jae. É um garoto simpático, sensível e quieto. Muito inteligente e que vai bem nos estudos. É também muito amigo de Shiwon - a única que sabe do seu segredo - e por isso, arranca muitas cenas de ciúmes da Yoon Jae.
E para fechar o bonde, tem sempre que ter o engraçado, que faz as maiores bobagens. Não podia ser diferente em Reply. Então por isso temos o Bang Sung-jae, a cereja do bolo, o palhaço.


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O drama vai transgredindo no tempo. Muitas coisas acontecem em 1997 e nos deixam sem saber como acabará. É cheio de pontas soltas que vão meticulosamente se resolvendo aos poucos e a história de cada um deles vai sendo mostrada.
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OST:





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Você pode assistir online aqui.








quarta-feira, 15 de abril de 2015

Resenha: Full House Thai


Ficha Técnica: 
Nome em Tailandês: วุ่นนัก รักเต็มบ้าน
Romanização: Woon nuk ruk tem barn
Ano de Exibição: 
2014
Gênero: 
Romance/Comédia
Número de Episódios: 
20
Personagens Principais: 
Mike Pirath Nitipaisankul como Mike D.Angelo
Aom Sucharat Manaying como Aom-am
Utt Uttsada Panichkul como Guy
Jane Janesuda Parnto como Mintra

Alertas: Surtação total/Shipp até na vida real.
Meu primeiro dorama Thai/Lakorn.
Esse drama é um remake do Full House coreano, que confesso nunca ter visto apesar de saber que é um dos mais famosos doramas. Confesso também que não vou ver. Saber que o Bi Rain trabalha nesse dorama é um dos motivos. Sim, acho o Rain bonito mas sinceramente, não consigo gostar da atuação dele. Acho ele monótono demais. She's so lovable me fez arranjar uma encrenquinha ainda maior com ele. Sei que muita gente gosta do Bi Rain, mas pra mim não rola.

Atores/Personagens:
Vou falar que nem sabia da existência desses atores antes de ver Full House. Nunca tinha acompanhado um drama Tailandês antes. Já vi uns 3 filmes e nenhum deles foi assim tão maravilhoso, o que me deixou com o pé atrás na hora de decidir ver Full House Thai. Decidi dar uma chance e vi o primeiro episódio. Continuei a ver porque uma pessoazinha me cativou e essa pessoa se chama Aom-am.
Aom-am é uma menina engraçada, determinada e muito forte. Do tipo de personagem que gosto muito. Daquelas que choram, mas apenas quando tudo está bem ruim mesmo. E ela toma decisões, é perseverante e não se deixa abater por qualquer coisinha. Ela é uma escritora/roteirista frustrada. Todos os seus roteiros não são aceitos e ela vive em uma situação apertada com a irmã (Om). As duas moram na casa que antes viviam com seus pais. Aom-am é muito apegada a casa e as lembranças da família que ela mantém ali.
O que não pude deixar de notar também foi no figurino de Aom-am. Estou acostumada com dramas coreanos em que a mocinha se veste como mendiga. Não se cuida, vive se escondendo. Mas Aom-am se veste bem. Nota-se que ela não tem um guarda-roupa enorme, mas com as roupas que tem consegue se virar. Isso dá um certo ar de realidade. No final das contas, conseguiram fazer uma menina que não é rica parecida com as meninas da vida real. Sem nenhum exagero nem pra mais e nem pra menos.
Saindo totalmente do foco, a Aom Sushar (a atriz, é difícil quando tem os mesmos nomes) fez o primeiro filme com temática lésbica da Tailândia. Eu vi o filme. É leve, comédia romântica. As duas são bonitinhas juntas. Já o segundo filme foi bem ruinzinho.




Mike D.Angelo é o mocinho clichê: famoso, rico, cantor e ator. E principalmente, apaixonado por uma mulher chata que não quer nada com ele (até a página dois). 
Mas ele gosta do quê faz, não reclama do trabalho e pra quebrar um pouco o clichê, é engraçado e espontâneo. Mike conhece Mintra há muito tempo e por conta de uma promessa que fez à ela, sua ligação nunca se rompe; Ao passar dos capítulos, podemos notar que Mike é ligado a sua família mas que não mantêm uma boa relação com seu pai. A família de Mike aparece com frequência do Drama e é com essas aparições que notamos a formalidade de um casamento, principalmente na Thailândia. O ritual casamento é extremamente diferente do que estamos acostumados.



História dos protagonistas:
Aom e Mike se conhecem devido a uma viagem dos dois à Coréia do Sul. Aom acredita que sua irmã ganhou a viagem com tudo pago, mas na verdade a mesma está querendo esconder o fato de que está grávida e que precisa de dinheiro. E para conseguir esse dinheiro, Om decide vender a casa de seus pais, a casa que Aom tanto ama e que nunca deixaria ser vendida.
Na viagem a Coréia, além de Mike - que conhece na ida, no avião - Aom também conhece Guy, que a ajuda em sua dificuldades com a língua coreana e em outras coisas. Muitas coisas acontecem nessa viagem mas Aom tem que voltar pra casa, quando se vê sem dinheiro para voltar, tem a ideia de pedir emprestado a Mike, então depois de muito perturbá-lo consegue o dinheiro com a promessa de que devolverá tudo depois.
Ao voltar à Thailândia, Aom finalmente descobre que sua casa foi vendida e pior ainda, o comprador da casa era o Mike. 
Aom tenta se explicar, mas só consegue ficar na casa por um contrato em que a mesma trabalharia lá até encontrar outro lugar pra ficar. Mike e Aom não se dão muito bem no começo, Aom é respondona e Mike é folgado. Certo dia, os dois vão a uma "festa" e nessa festa Mike decide se declarar para Mintra, que convenhamos é uma chata, não dá atenção e esnoba total o cara. Mike, vendo que os paparazzi estavam de olho nele, pra não sair por baixo, se declarou para Aom na frente de todo mundo.
A partir daí, Mike propõe a Aom um casamento de mentira por dois anos, se tudo corresse bem e ninguém ficasse sabendo da farsa, ela poderia ter a casa de volta.

Química Supreendente:

Aos que estão acostumados a ver doramas assim como eu, sabem que um casal principal com uma química maravilhosa não é assim tão fácil. E sinceramente, na primeira vez que vi fotos da Aom e do Mike achei que eles tinham nada a ver. Achei os dois com cara de serem super novinhos. Mas depois que comecei a assistir Full House (e a stalkear os dois atores) percebi que o shipp não se limitaria apenas ao drama. Os dois são tão perfeitos juntos que ganhariam um concurso de melhor casal de doramas (agora que vi Healer, talvez eles ficassem em segundo lugar). Os dois protagonizam as melhores cenas de amorzinho, de implicância e de ciúmes. Aom Am, inclusive, protagoniza umas das melhores cenas de declarações de amor que eu já vi na minha vida.
Os dois são grandes amigos na vida real. Aom vive fazendo participação especial no instagram de Mike, os dois se encontram as vezes e eu vos digo que um dia... quem sabe um dia... #NãoMeDecepcionem



Minha opinião sobre o drama:

Se você é daqueles que exigem uma história avassaladora, um enrendo fantástico e tudo mais, talvez esse dorama não seja pra você. Eu amo Full House Thai, ele é um dos meus dramas preferidos. Mas não por causa da história e sim pelos atores, pelos personagens e por como ele me cativou com a história que flui muito fácil conforme os capítulos passam. Mas ele não deixa de ser extremamente bobo, e isso não é uma crítica, na verdade pra mim é até um ponto positivo. Você consegue assistir vários capítulos num mesmo dia sem se cansar. Além de ter uma ótima fotografia e viagens muito bem detalhadas à Coréia do Sul.


O.S.T:

Se tem uma música que de tanto tocar chega a encher o saco, essa música é Oh Baby I, interpretada por ambos os principais, Mike e Aom.

Oh Baby I - OST Full House

Lovely Day - OST Full House Thai


Você pode assistir online Aqui no Viki.




quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

RESENHA: Como eu era antes de você.

Como eu era antes de você, de Jojo Moyes.

Título Original: Me Before You
Ano: 2013 (Brasil)
Autor (a): Jojo Moyes
Editora no Brasil: Intrínseca
Nº de Páginas: 320

ATENÇÃO: Contém spoilers. Se você ainda não leu esse livro, não diga que eu não avisei.


    "Como eu era antes de você" é um livro envolvente, sensível e transformador. De escrita simples. A autora desliza entre o universo híper-sensível de um ex-CEO dono de seu próprio nariz que, de um dia para o outro se vê preso em uma cadeira de rodas, tendo de lidar com seus mais duros pensamentos dia e noite, sem poder afugentá-los. Entrelaçando neste destino, um outro de uma jovem adulta sem muitas ambições na vida, que vive um dia após o outro e se sente feliz com a monotonia e com seu namoro de anos, que nunca se transforma em algo mais.
    Se você ficou interessado sobre o livro, acompanhe a resenha até o final. Boa sorte!