sábado, 28 de abril de 2012

Coleciona(dores).

- Coletânea de tudo o que escrevi durante meu afastamento. -
Sei que você me entendeu
Sei também que não vai se importar
Se meu mundo caiu
Eu que aprenda a levantar

Maysa

Passado
Passa a dor.


Você acredita no depois? Prefiro o agora.
Eu não me curvo tão fácil assim.
Rio, 23/04/2005
Para Julia.
    Feliz aniversário, hoje você completa uma década de vida, muitas vezes eu brigo com você, chamo sua atenção, mas tudo é com uma única intenção: que você seja alguém muito especial, muito feliz.
    Não liga, por que você é uma filha do jeitinho que eu sempre achei que seria. A “perfeição” não existe, o que é bom, é que vamo em busca dela todos os dias.
    Espero que “Poliana” lhe encha de esperanças, do mesmo jeito que fiquei quando li e a partir de hoje o “jogo do contente” faça parte de sua vida. 
      Seja sempre feliz! 
Beijos da mãe mais feliz do mundo.
Foi na roça, perdeu a carroça.
É legal perder e fingir se importar.

Como se em qualquer dia da minha vida, eu não me lembrasse de você. E do seu sorriso encantador, e do quão marcante você foi em minha vida. Como se eu pudesse te esquecer assim tão fácil. Como se você não fosse a pessoa mais perfeita desse mundo. Heath, como se você não estivesse sempre por aqui. Como se eu não te amasse. Como se…

"A garota caminhava, em seu costumeiro abraço contra o peito, a fim de que todos os seus sentimentos não transbordassem sem seu devido ajuste.
O garoto a seguia, já a seguia há bastante tempo, mais tempo do que ela merecia aliás. E a enxergava de outra forma, não só como a “garota fria” como todos a conheciam, ele sabia que aquele abraço contra o peito significava alguma coisa.
    Ele continuou o caminho com ela. Ela o olhou de lado e não fez nenhuma pergunta, não falou absolutamente nada, só parou abruptamente.
    — Tome. Você deixou cair. - Ele estendeu a mão para ela.
   — O quê é isso? - Ela perguntou, sem estender as mãos cruzadas em seu peito.
   — Você sabe o que é. É seu. 
   Ela o olhou novamente, agora no fundo dos olhos, procurando algo para se decepcionar, como sempre fazia quando alguém chegava perto demais.
   — Não posso pegar. - Ela finalmente balbuciou as palavras desencontradas.
   — Não há o porquê temer. É seu.
   — A muito tempo não posso ter isso em minhas mãos de novo. - Ela estendeu as mãos pra ele, e ele as olhou. As duas mãos eram perfeitas, com seus cinco dedos e unhas. Mas no centro da palma, um buraco pequeno fazia jus a sua estranheza.
   — Tens buracos nas mãos? - Ele perguntou, assustado.
Ela suspirou e respondeu quase em prantos: — Há muito tempo tentei pegar algo que não deveria ser meu, eu o amava tanto, tanto… mas ele era mau; Não me quis, mas não pôde me deixar, então me transformou nesse ser ser sentimentos, e me arrancou da palma das mãos, o que eu mais tinha de belo.
     Ela olhou pra mão dele. O garoto seguiu seu olhar e viu que o quê ele mesmo segurava, era o coração da menina, adormecido, quieto, quase que sem vida. Ao olhar a menina novamente, ela já não estava mais com os braços ao redor de seu peito, e sendo assim, pôde enxergar um outro buraco que escondia. Na altura de seu peito, ao lado esquerdo. 
    O garoto pôs-se a colocar o pequeno coração naquele buraco e num segundo ele criou vida novamente.
   — Obrigada. - Disse a garota. - Em tempo, você foi o único aqui com coragem e bondade o bastante para me ajudar e não temer à mim. 
   — Seja feliz, agora, que és inteira de novo. - O garoto disse.
E assim, os dois se sorriram. E tomaram rumos diferentes…"

LIFE'S SUCK, THEN YOU DIE

Nunca disse que seria fácil.

Nada no mundo pode mudar o tamanho do meu desejo por um hamburguer com bacon e batatas fritas!

Deixa eu mimar você, adorar você...

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Ass: Julia Siqueira