sábado, 14 de maio de 2011

Última chance.


Só ame, não há nada de errado nisso, você não se machucará dessa vez eu prometo. Esquece toda aquela história de que nunca teria um fim, porque teve! E você tá aqui. Sobreviveu, não foi?! E não me venha com "Mas ainda estou cheio de cicatrizes". Desde quando você ficou tão fraco que não aguenta uma ou duas delas? Desde quando você precisa que alguém o remende? Não é possível que você tenha virado tão mesquinho assim. Você não me abandonou da última vez, porque eu deveria acreditar que você me abandonaria agora? Ah, cala a boca. Daqui a uma semana você esquece tudo o que aconteceu. O quê? Como não? Não vai esquecer? Ah tá. Como se você pensasse duas vezes em alguma coisa. Essa é a última chance não é? A última chance de se ter reconstruído de novo. Eu aceito isso. Eu acho que você deveria controlar mais isso mesmo. Não é como nenhum outro, eu sei. É diferente. Mas o que eu posso fazer? Eu sou diferente. Mas me promete uma coisa? Que vai cair fora se algo der errado. Por favor. E que dessa vez não vai se jogar de corpo e alma como se fosse a última coisa que fizesse na sua vida. Aliás, coração tem vida? Não é a última coisa que vai fazer né? É só a última chance. Ok. Então tá combinado.

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Ass: Julia Siqueira