domingo, 28 de novembro de 2010

Seja você mesmo.

As pessoas tem mania de achar que ser parecida com as outras é sinal de que elas são tão legais quanto acham que as outras são. Eu vivo me perguntando: Porque DIABOS as pessoas precisam se sentir amadas ou acudidas por pessoas que não fazem a mínima diferença na vida delas? Sabe aquelas pessoas que pra tudo precisam de uma opinião alheia, que não conseguem fazer nada pra seu único e próprio bem.
O que há de errado em ter personalidade? O que há de errado em gostar de coisas que ninguém gosta, em gostar de misturar comidas que ninguém misturaria? O que há de errado em pintar a cara e sair na rua lutando por algo em que você realmente acredita?
Faça o que você quizer, grite "QUE SE FODA!" pro mundo, pinte seu cabelo de verde se você quizer, faça a porra da tatuagem que você quizer, escute suas músicas indecentes, fale as besteiras que vem na sua cabeça sem pestanejar, seja você mesmo.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Se liga no bagulho.

Ser adolescente é uma merda!!
Definitivamente, nós, adolescentes - os idiotas, não os drogados. - temos um Dom sobrenatural de fazer merda. Mas até que tem uns pontos bons em tudo isso, por exemplo:
Adolescente pode fazer merda, por isso temos esse Dom. Adolescente pode fazer besteira e não ser castigado o resto da vida por isso. - Só se você matar alguém, ou se matar. - Adolescente pode pintar o cabelo de uma cor totalmente absurda e continuar sendo bonito, vai tentar um adulto fazer isso pra ver se não fica parecendo um daqueles passarinhos super coloridos. Adolescente pode usar aquela calça jeans louca apertada com aqueles óculos quadriculado e não ser chamado de retardado no meio da rua.
Ser adolescente é viver viajando loucamente pensando que aquele idiota que no futuro você descobrirá que é um idiota, é seu principe encantado, que você se casará com ele e terá 76 filhinhos. Viver pensando que nada acontecerá com você - e nada acontece mesmo, apesar de beber, fazer apostas com os amigos... - Ser adolescente é tentar ser você mesmo e não conseguir fugir, chorar noites e noites por besteira e por algo sério, não conseguir chorar.
É muito triste essa vida de sofredor...
(Julia Siqueira. F.E.I.F.)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Não existe meio termo.

Sou da geração em que só o sim ou o não, não me sustenta. Em que amor tem que ser de verdade, olhar nos olhos é essencial e a palavra tem que ser somente verdadeira. No meu tempo não existe mentira, a verdade não se esconde e eu não tenho medo de errar. - apesar de errar, e muito! - Fui, sou e vou ser sempre maluca de colocar tudo que eu construí a perder se eu achar que vale a pena. Vou pular de lugares muito altos quando eu tiver vontade e dar abraços esmagadores quando eu quizer matar a saudade. Eu não beijo quem não me atrai e eu não crio exceções, talvez só uma, uma vez na minha vida. Dou segundas chances, mas nunca uma terceira. Compreendo quem não é compreendido e não compreendo quem é. Sou formada em experiências errantes que muitas vezes me levaram ao lugar certo. Dificilmente me apaixono, mas quando isso acontece eu amo intensamente e quase irrevogavelmente. Sofro, mas não muito. Sofro, mas não muito. Sem dramas, a vida já é cheia disso. Sorrio, não preciso de retribuição.