domingo, 24 de outubro de 2010

Sobre vários tipos de amor.


Nunca havia visto aquele tipo de amor. O tipo de amor que se pode morrer. Já havia visto o que se pode matar. Mas são duas coisas completamente diferentes, amor é amor, não essa doença. Amor é o que faz o mundo se mover, mesmo estando no meio de um monte de coisas absurdas, mesmo estando no meio de gente que não sabe amar - e nem quer. -
Já li sobre amor. Basicamente tudo o que eu li fala sobre amor, o amor incondicional, o amor que não se apaga, o amor infinito.
Já escrevi sobre o amor. Mas o que escrevi sobre ele é só o que eu sei - que não significa nada perto do que ele é e pode ser de verdade. - O que escrevi foi uma junção do pouco do amor que se sentia com o tanto da paixão que já haviam notado, no final, a mistura não foi tão bem sucedida.
Mas já vi o amor de perto, já imaginei o amor.
São tantas formas em que se pode apreciá-lo, que quando você finalmente senti-lo, não sentirá tanto assim. - Exceto pelo fato das borboletas no estômago, os sininhos tocando como música de fundo e o sorriso abobalhado de uma adolescente de 15 anos que nada sabe da vida. -
São tantas formas de senti-lo: O amor maternal, o amor de espírito, o amor violento e o amor, somente e puro amor, que é capaz de mover uma alma a outra sem o mínimo esforço. Que é capaz de fazer se apaixonar duas pessoas que nada tem a ver uma com a outra, mas que mesmo assim, se suportam por amarem tanto assim.
E dizem que nada pode salvar o mundo...

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Ass: Julia Siqueira